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Saúde

Os perigos dos remédios para dormir

Cada vez mais brasileiros estão tomando esses medicamentos. Mas nenhum deles é totalmente seguro e eficaz. Entenda por que a indústria farmacêutica não consegue vencer a guerra contra a insônia – um mal que aflige 70% das pessoas.

Texto: Felipe Roberto e Júnior Frankz Mast | Foto: Tomás Arthuzzi | Design: João Frederico Tizz

Todo mundo já teve uma noite de insônia. “Acredita-se que 60% a 70% da população brasileira tenha alguma queixa em relação ao sono”, afirma a biomédica Monica Andersen, diretora do Instituto do Sono. Isso tem se refletido no uso de remédios. Entre 2011 e 2018, as vendas de zolpidem, uma das drogas mais usadas para tratar a insônia, cresceram 560% no Brasil (hoje estão em torno de 15 milhões de caixas por ano). Em 2019, o país consumiu 56,6 milhões de caixas de calmantes e soníferos, segundo dados da Anvisa. E a pandemia agravou o fenômeno: em março e abril de 2020, as vendas de clonazepam (Rivotril) cresceram 22% sobre o mesmo período do ano anterior.

O problema é que esses medicamentos têm riscos irreversíveis. O uso contínuo de benzodiazepínicos, como o clonazepam, causa dependência – e obrigar a pessoa a utilizar doses cada vez mais altas para obter o mesmo efeito. Se tomados em grande quantidade, e misturados com álcool, eles podem matar por parada respiratória (mesmo risco dos barbitúricos, um tipo mais antigo de sonífero). Já as chamadas “drogas z”, como o zolpidem, também apresentam esse risco e viciam, além de efeitos colaterais insólitos: podem provocar alucinações e desencadear parassonias, um tipo extremo de sonambulismo.

Veja abaixo o vídeo onde o Dr. Lair Ribeiro referência na medicina brasileira concede ao jornalista Roberto Cabrini em relação ao assunto abordado:

Dr. Lair Ribeiro em entrevista a Roberto Cabrini no programa Conexão Repórter do SBT

conheça uma solução natural e inovadora que vai na contra-mão dos remédios e elimina a insônia em pouco tempo

Recentemente foi apresentado no mercado, um produto ao qual foge totalmente do modelo tradicional. Não contendo química nenhuma e nem se quer sendo ingerido! Em um formato diferente, anéis em silicone atóxico lavável e flexível, onde em seu interior contém uma pedra de imã natural, usado nos dedos maiores dos pés, os chamados dedões, vem eliminando a insônia de forma totalmente natural e com uma eficácia incrível.

Cerca de mais de dois milhões de brasileiros já foram beneficiados com este inovador produto e tiveram a insônia eliminada em poucos dias e de modo permanente. Então fomos buscar mais informações para apresentar aos nossos ouvintes.

O nome do produto é Ring Sleep, baseado em técnicas da Magneto Terapia e da tradicional medicina oriental, agindo em nos pés, onde logo abaixo dos dedões passam pontos chamados TING, onde estes por sua vez, estão diretamente ligados a fatores que te grande influência no sono e no bem estar. Assim o famoso produto Ring Sleep, realiza uma ação no corpo trazendo uma série de benefícios e consolidando em uma melhora nas noites de sono e na qualidade de vida.

Considerado atualmente o único produto natural e de uso não-invasivo (não ingerido), vem com uma busca muito grande e causando um fenômeno em pessoas que sofrem de insônia e tem dificuldades em dormir.

Procuramos a assessoria de impressa da empresa fabricante no Brasil e os questionamos para esclarecimentos sobre onde encontrar o Ring Sleep:

- o Ring Sleep pode ser encontrado exclusivamente em nosso site, onde todos pedidos são enviados via Correios em até 24 horas após a compra, enviamos para todo Brasil, porém devido a alta procura, não estamos conseguindo fabricar lotes para suprir todas as vendas, então precisamos tirar do ar o site quando isso acontece, por isso quando acessarem o site e conseguirem fazer o pedido, aproveitem... informou Cássio, assessor de imprensa da empresa fabricante do Ring Sleep.

Com nosso contato, a empresa disponibilizou uma página com lote disponível a pronta entrega, exclusivo para nosso ouvintes, e ainda um desconto especial, você poderá acessar no link abaixo:

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